Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine... O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha e havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá [...] Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.
terça-feira, 28 de agosto de 2012
quinta-feira, 5 de julho de 2012
PRECE
Escrevendo certo por linhas tortas
O sujeito lá em cima
Não sei mais quem tu és
Se buda, jah, alienígena
Cujo meu racional tanto pretende saber
Mas não pode
Em uma eterna busca
Que eu concorde
Nesta prece
Ouvir teus acordes
Sem mais te mensurar
Nem tentar te entender
E só deixa-lo senhor, distribuir
As senhas deste teu agir
Que de tal grandeza nem sei
E talvez, jamais poderei
Saber que tu me pôs
Grandes provas...
Não prezo mais questionar...
E estas questões que se achegam, que percebo
Produto a este aprendiz
Fomento de existir pra fortaleza de ser
De levantar, de seguir
Esbarram minha alma, passageira
Esta alma que já pasta em tuas mãos
E este corpo que carrego, teu instrumento
Teu objeto, oh Lord
Teu advento
Mesmo quando ignoro
Ou não sustento ao que me atenta
Que eu enfrente
Vá de encontro
A tua vontade, a tua obra
Quando demoro a perceber que está por trás
Buscando meu conveniente
Que eu esteja pronto
Me redimindo depois
Dos erros triviais
Neta oração te peço pai
Sem denominá-lo
O perdão ao meu desconhecer
O ater de qualquer fundamento que me desorienta
Peço então
Me oriente, que eu seja teu rebento
Tua planta
Tua palavra
Teu sacramento
Tua imagem e semelhança
AMÉM!
(Diego Barbosa)
O sujeito lá em cima
Não sei mais quem tu és
Se buda, jah, alienígena
Cujo meu racional tanto pretende saber
Mas não pode
Em uma eterna busca
Que eu concorde
Nesta prece
Ouvir teus acordes
Sem mais te mensurar
Nem tentar te entender
E só deixa-lo senhor, distribuir
As senhas deste teu agir
Que de tal grandeza nem sei
E talvez, jamais poderei
Saber que tu me pôs
Grandes provas...
Não prezo mais questionar...
E estas questões que se achegam, que percebo
Produto a este aprendiz
Fomento de existir pra fortaleza de ser
De levantar, de seguir
Esbarram minha alma, passageira
Esta alma que já pasta em tuas mãos
E este corpo que carrego, teu instrumento
Teu objeto, oh Lord
Teu advento
Mesmo quando ignoro
Ou não sustento ao que me atenta
Que eu enfrente
Vá de encontro
A tua vontade, a tua obra
Quando demoro a perceber que está por trás
Buscando meu conveniente
Que eu esteja pronto
Me redimindo depois
Dos erros triviais
Neta oração te peço pai
Sem denominá-lo
O perdão ao meu desconhecer
O ater de qualquer fundamento que me desorienta
Peço então
Me oriente, que eu seja teu rebento
Tua planta
Tua palavra
Teu sacramento
Tua imagem e semelhança
AMÉM!
(Diego Barbosa)
segunda-feira, 2 de julho de 2012
naturalidade
É só um jeitinho daqui e dali
que a vida, devagarzinho, no seu tempo
vai deixando as coisas em ordem, no seu lugar,
calçando os nossos pés dentro do nosso sapato.
E se a ansiedade lhe vier atormentar
sorria, acalme-se e espere...
Cante uma música, duas, três, dez...
e permita-se. Perdoe-se.
Dê as mãos a si mesmo e produza...
Só desse jeito será possível receber tudo o que tanto se espera.
E quando nem perceber, já existirá
pela bela naturalidade
que a vida, devagarzinho, no seu tempo
vai deixando as coisas em ordem, no seu lugar,
calçando os nossos pés dentro do nosso sapato.
E se a ansiedade lhe vier atormentar
sorria, acalme-se e espere...
Cante uma música, duas, três, dez...
e permita-se. Perdoe-se.
Dê as mãos a si mesmo e produza...
Só desse jeito será possível receber tudo o que tanto se espera.
E quando nem perceber, já existirá
pela bela naturalidade
A cura da loucura
Bem, tão bem, também...
e a mente mente de repente
nessa história da vida,
de idas de vindas
os olhares, os pensares do real
assustam, iluminam, fazem bem ou fazem mal.
e na onda, redonda,
viciosa, misteriosa..
cai um clico e eu fico
sem saber se vou ou se fico
e na estrada, o agora
posso ver o meu passado
e ir embora.
ou ficar na janela esperando
tão perfeita lucidez, chorando.
ou ir além e buscar
a cura da loucura por cantar
nesse mundo que dá voltas,
sonhar sempre foi a esperança
e se hoje eu sonho e ponho em notas
amanhã, será o dia da 'alcança'
pois na mente,
o que vai e o que vem
muita das vezes não me intretém
e eu fico tão só a pensar
onde isso irá chegar ?
por isso, vamos logo
viajante
temos longos dias
que passam rápido o bastante
para alcançar o desejo do que é normal
seja isso uma bênção, um cântico,
um livro... algo tão natural
correrei, pois, atrás do que é real.
assim posso eu escrever e dizer
que nenhuma esperança
de cura, pelo canto ou pela dança
deixarei eu morrer.
e a mente mente de repente
nessa história da vida,
de idas de vindas
os olhares, os pensares do real
assustam, iluminam, fazem bem ou fazem mal.
e na onda, redonda,
viciosa, misteriosa..
cai um clico e eu fico
sem saber se vou ou se fico
e na estrada, o agora
posso ver o meu passado
e ir embora.
ou ficar na janela esperando
tão perfeita lucidez, chorando.
ou ir além e buscar
a cura da loucura por cantar
nesse mundo que dá voltas,
sonhar sempre foi a esperança
e se hoje eu sonho e ponho em notas
amanhã, será o dia da 'alcança'
pois na mente,
o que vai e o que vem
muita das vezes não me intretém
e eu fico tão só a pensar
onde isso irá chegar ?
por isso, vamos logo
viajante
temos longos dias
que passam rápido o bastante
para alcançar o desejo do que é normal
seja isso uma bênção, um cântico,
um livro... algo tão natural
correrei, pois, atrás do que é real.
assim posso eu escrever e dizer
que nenhuma esperança
de cura, pelo canto ou pela dança
deixarei eu morrer.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
amor à primeira vista
Amor a primeira vista não é a paixão que surge com o primeiro olhar ou primeiro toque.
É a harmonia com que os espíritos se dão quando se 're'encontram dentro do outro pela primeira vez.
Então, sim, pode-se dizer: "amo você"
É a harmonia com que os espíritos se dão quando se 're'encontram dentro do outro pela primeira vez.
Então, sim, pode-se dizer: "amo você"
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Eu passarinho..
Eu sou um pássaro saindo do ninho, procurando abrigo, refúgio: estou perdido e maravilhado com a imensidão deste céu, no qual é a porta para o universo.
Achei que fosse forte, mas sou frágil como uma folha de uma árvore. Sou frágil como a neve que derrete com a presença do calor.
Tenho procurado alimento, estou com fome; estou com frio, estou com medo, cheio de anseios e fantasias espirituais, nas quais, estas se encontram no universo da minha mente, da minha alma, ansiando por um lugar calmo e de paz. Ansiando pelo paraíso dentro de mim.
O motivo por quê saí do meu ninho ainda me é oculto. Contudo, tenho percebido mais claramente, ao passar dos dias, um verdadeiro propósito, e tenho conseguido perceber que para conhecer o que é bom, antes é necessário passar pelo que não é. A única esperança que tenho está em Deus, que me protege, e me guia, me refugia e me acalanta.
Saindo disso, vi alguns buracos negros dentro do universo da minha mente, os quais são chamados de loucura. E não quero vê-los novamente.
Expor os meus sentimentos, anseios, medos, aflições é o que liberta o meu ser.
Seja esta uma fase, pra este pequeno pássaro se tornar grande nesta vida, porque as dúvidas surgem a qualquer momento, sem deixá-lo sentir a realidade, sem deixá-lo perceber os tons e os sons, mas entra em si mesmo e afunda num terrível oceano obscuro; seja esta uma fase ligeiramente passageira.
Que os assombros de pensamentos aniquilem-se por si só e o medo venha a sucumbir.
A descoberta dos prazeres, das vontades,da liberdade, dos mundos, universos e submundos que existem dentro de nós chegam acompanhadas de horror e insanidade: obscuridade.
Vá alma, aproveite tuas asas e se volte para a companhia da luz. Aprenda e recicle-se. Reeduque-se para o privilegio que é a vida. Vida! aproveite..
Tirei as cobertas do amor, descobrí-lo. Talvez a ansiedade seja em saber o que ele tem aproveitar de mim; entretanto, será ao passo que se vive nele, é que existirá a chave da prosperidade para viver os dias perpétuos de glória, na presença dos anciãos, antepassados, libertos, protegidos de Deus, refugiador.
Achei que fosse forte, mas sou frágil como uma folha de uma árvore. Sou frágil como a neve que derrete com a presença do calor.
Tenho procurado alimento, estou com fome; estou com frio, estou com medo, cheio de anseios e fantasias espirituais, nas quais, estas se encontram no universo da minha mente, da minha alma, ansiando por um lugar calmo e de paz. Ansiando pelo paraíso dentro de mim.
O motivo por quê saí do meu ninho ainda me é oculto. Contudo, tenho percebido mais claramente, ao passar dos dias, um verdadeiro propósito, e tenho conseguido perceber que para conhecer o que é bom, antes é necessário passar pelo que não é. A única esperança que tenho está em Deus, que me protege, e me guia, me refugia e me acalanta.
Saindo disso, vi alguns buracos negros dentro do universo da minha mente, os quais são chamados de loucura. E não quero vê-los novamente.
Expor os meus sentimentos, anseios, medos, aflições é o que liberta o meu ser.
Seja esta uma fase, pra este pequeno pássaro se tornar grande nesta vida, porque as dúvidas surgem a qualquer momento, sem deixá-lo sentir a realidade, sem deixá-lo perceber os tons e os sons, mas entra em si mesmo e afunda num terrível oceano obscuro; seja esta uma fase ligeiramente passageira.
Que os assombros de pensamentos aniquilem-se por si só e o medo venha a sucumbir.
A descoberta dos prazeres, das vontades,da liberdade, dos mundos, universos e submundos que existem dentro de nós chegam acompanhadas de horror e insanidade: obscuridade.
Vá alma, aproveite tuas asas e se volte para a companhia da luz. Aprenda e recicle-se. Reeduque-se para o privilegio que é a vida. Vida! aproveite..
Tirei as cobertas do amor, descobrí-lo. Talvez a ansiedade seja em saber o que ele tem aproveitar de mim; entretanto, será ao passo que se vive nele, é que existirá a chave da prosperidade para viver os dias perpétuos de glória, na presença dos anciãos, antepassados, libertos, protegidos de Deus, refugiador.
domingo, 22 de abril de 2012
o prazer escasso
Não ligue se as pessoas pôrem expectativas em você e quiserem se decepcionar. Não estarão se decepcionando contigo, mas com elas mesmas. Por isso, não tenha expectativas que superem a si mesmo. Espere e observe, mas continue vivendo seus dias da forma que mais lhe agradar. Não caia na tristeza de agradar aos outros primeiramente, tudo isso não passa de uma enorme mentira! Ninguém tem tudo!
A expectativa é uma decepção e a decepção sempre é uma surpresa.
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